Ela não é a criminosa!

Dra. Ana Lúcia Assad

Muito por culpa da imprensa, a advogada Ana Lúcia Assad está sendo massacrada publicamente como se fosse ela que tivesse cometido o homicídio e todos os outros crimes que o seu cliente está sendo acusado e julgado.

Ela não é a criminosa, ela não matou ninguém! A advogada está lá porque a advocacia é muito mais que uma profissão, é uma vocação! A própria Constituição Federal assegura que o Advogado é indispensável para a Justiça. Além disso, não existe hierarquia entre Advogados, Promotores e Juízes. Todos estão em um mesmo plano hierárquico.

8 respostas para Ela não é a criminosa!

  1. Anastácia V.Serefoglon disse:

    Realmente, ela é uma profissional e está se mostrando excelente. Quando o advogado como no caso não se dobra a arrogância dos Juizes e Promotores, com algumas exceções, é execrada como a Dra. . Eu acho que ela está correta. Foi constituída para fazer a defesa, e tem que fazê-lo da melhor forma possível. No meu entender como profissional ela está de parabéns!!!!

  2. JuniiOooR disse:

    Concordo plenamente, advocacia não é uma profissão é uma vocação! e ela está mais do que capacitada para isso.

  3. thais disse:

    profissional não manda uma juiza que esta acima dela volta a estudar não tem educação e nem classe. deveria primeiramentete ter o respeito e saber se arruma como uma advogada. profissional nota 0

    • A Juíza está acima da advogada? Por favor, me diga onde você encontrou essa hierarquia. Me perdoe, mas isso que você disse não tem o menor cabimento.

      A própria Constituição Federal, como o Estatuto da OAB, garantem que o advogado é indispensável para a Justiça, e sem ele, o estado democrático de direito está ameaçado!

      “Art. 133, da Constituição Federal: O advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei.”

      Recomendo a leitura do Estatuto da OAB (Lei nº 8.906/1994), que se trata de uma lei federal, e deve ser cumprida em todo o território nacional, principalmente o seu artigo 6º:

      “Art. 6º Não há hierarquia nem subordinação entre advogados, magistrados e membros do Ministério Público, devendo todos tratar-se com consideração e respeito recíprocos.”

      Em tempo, o artigo 2º reza que:

      “Art. 2º O advogado é indispensável à administração da justiça.”

  4. erick disse:

    Certamente não existe hierárquia, mas ela demonstrou uma total falta de postura, não precisava dizer que a juíza deveria voltar a estudar, porque burra é ela que não tem nem competência para passar para a magistratura, e agiu de forma desesperada por não saber fazer uma defesa com dignidade, portanto ela é quem deveria voltar a estudar

  5. As pessoas gostam muito de “culpar” os advogados que defendem acusados de crimes que chocam ou mobilizam a opinião pública. Todos merecem uma defesa e toda história tem uma outra versão. O advogado, ao realizar a defesa de quem quer que seja, cumpre o seu trabalho. Curiosamente, os médicos e enfermeiros responsáveis por salvar a vida de um “criminoso” nunca são alvo de críticas. Por que os advogados então?

  6. Claudio disse:

    Erick, perceber em seus comentários uma evidente distorção e falta de conhecimento da profissão de um Advogado!!!!!

  7. Junior Negrao disse:

    Sem dúvida, temos que repeitá-la como profissional. O que também não resta dúvida, é que ela não foi inteligente nas suas ações. Pelo amor de Deus, seu cliente está sendo massacrado pela sociedade e mídia, mas lá dentro são levados em consideração aqueles, e apenas aqueles que participam do processo. Seu cliente está no fundo do posso, o carisma nessa hora é importante, fazendo o que ela fez com a MM. Juíza, só atrapalha o seu cliente e consequentemente você. Em um júri, você deve conquistar quem julga, se não conseguir isso, eles vão acreditar em absolutamente tudo que o representante do MP disser. Jovens doutores, pensem no júri como em um filme, não importa a história, sim como ela é contada. Uma boa defesa é uma boa história, contada por um bom contador de histórias. A doutora Ana Lúcia foi uma péssima contadora, por isso seu cliente pegou quase 100 anos. Não digo que ela foi determinante para ele ser inocentado ou culpado (o cliente dela já era culpado muito antes da petição inicial), mas como admirador do direito penal, penso que ela ajudou com que ele sofresse apenas com o gume da espada, e jogou fora a balança, grande símbolo da nossa profissão.

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